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Conheça as 5 principais criptomoedas do mercado

Sabemos o quanto o Bitcoin cresceu nos últimos anos e mostrou para o mercado financeiro que é sim um ativo financeiro relevante, merecendo plena atenção. Porém, no mundo das moedas digitais há muitas outras possibilidades que vão além dessa. Neste post, vamos falar sobre as principais criptomoedas do mercado, chamadas também de Altcoins.

Obviamente, foi o Bitcoin que iniciou esse caminho e puxou esse movimento de ascensão das criptomoedas, mas é interessante conhecer também quais são as outras moedas existentes e que também são fortes nesse mercado, com diferentes qualidades e características.

Pensando nisso, criamos uma lista com 5 das principais criptomoedas que existem hoje para você conhecer. Ficou interessado? Então, continue acompanhando a leitura conosco!

1. Bitcoin

Sem dúvida alguma, o Bitcoin é a principal criptomoeda que existe nos dias de hoje. Aliás, sem o Bitcoin, dificilmente o mundo estaria tão conectado com as criptomoedas. Afinal, assim como mencionamos na introdução, ele foi o responsável por abrir as portas nesse caminho.

Para quem ainda não sabe, todas as criptomoedas contam com um código de comercialização, que nada mais é que uma sigla que facilita o reconhecimento da criptomoeda em si e ajuda no processo de compra e venda. O código do Bitcoin é o BTC.

Criação

O Bitcoin foi criado em 2008 por Satoshi Nakamoto, que publicou um artigo chamado “Proof of Work”, que significa “Prova de Trabalho”, quando traduzido para o português. Depois disso, no ano de 2009 iniciou-se de fato a rede do Bitcoin com a realização da primeira transação em BTC.

É importante você saber que o BTC utiliza a tecnologia do blockchain para processar as suas transações, o que torna possível a independência de um intermediador para fazer esse trabalho. No sistema financeiro comum, o papel de intermediário é desempenhado pelos Bancos Centrais, por exemplo. Sendo assim, o Bitcoin é administrado somente por quem possui a moeda, o que dá a você total liberdade.

Objetivo

O grande propósito do Bitcoin foi justamente o de abrir as portas para a criação de um novo mercado em que as pessoas pudessem fazer trocas, compras e vendas sem nenhum vínculo com qualquer instituição financeira ou entidade governamental, que de certa forma mantém tudo centralizado em si.

O seu sistema é baseado no conceito P2P (peer-to-peer), no qual o blockchain facilita o processo de verificação de cada membro da rede para validar cada transação, o que é chamado de consenso. 

É isso que o torna muito mais seguro, confiável e com menos custos, ou seja, representa o futuro do mercado financeiro. É justamente por isso que o Bitcoin é considerado a principal criptomoeda desse mercado.

Capitalização e valorização

Como estamos falando de um ativo financeiro, não poderíamos deixar de falar também sobre questões um pouco mais detalhadas que envolvem a valorização do Bitcoin, certo? Para se ter uma ideia, no dia em que este post está sendo escrito, 1 BTC está valendo pouco mais que 9 mil dólares.

Além disso, já existem cerca de 18.032.500 Bitcoins. Inclusive, esse número muda a cada 10 minutos, à medida que novos blocos são minerados, de forma que, a cada novo bloco, 12,5 Bitcoins entram em circulação.

Sua valorização depende da demanda de compra e venda. Nesse sentido, temos que o seu movimento atual é de valorização, sendo que a última valorização registrada foi de cerca de 42%!

2. Ethereum

Outra criptomoeda que ganhou bastante destaque nos últimos anos foi o Ethereum. Inclusive, ele ganhou tanto espaço no mercado que, mesmo sendo uma moeda nova, já é considerado uma das principais criptomoedas que existem no momento.

Assim como o Bitcoin, o Ethereum tem uma nomenclatura que facilita as suas transações. Nesse caso, o seu código é o ETH, que também ajuda a lembrar o nome da criptomoeda. 

Já podemos adiantar que o Ethereum trabalha de uma maneira diferente, utilizando um tipo de aplicação chamada Contrato Inteligente, ou Smart Contract em seu nome original.

Criação

A tecnologia e a plataforma do Ethereum foram criadas no meio de 2015, ou seja, há relativamente pouco tempo. Além disso, ele surgiu em um momento de amadurecimento do mercado de moedas virtuais, cerca de 7 anos depois da criação do Bitcoin. 

Por ser uma tecnologia muito atual, que utiliza as bases do blockchain, a plataforma Ethereum vem conquistando mais espaço em diferentes mercados, que vão desde empresas da iniciativa privada a instituições públicas.

Objetivo

Para você entender melhor, o grande objetivo da Ethereum é fornecer uma plataforma descentralizada para executar esses contratos inteligentes que mencionamos acima, que nada mais são que contratos como quaisquer outros, mas feitos por meio de aplicações.

A grande vantagem de um contrato inteligente é que são executados em Blockchain e funcionam exatamente como foram programados, ou seja, vão seguir as instruções do contrato sem margem para erro ou qualquer desvio de conduta.

Pode parecer apenas um capricho, mas isso permite a criação de coisas incríveis, tal como registros de transferência de bens, execução de dívidas e até o registro de direitos autorais, entre outros. Tudo isso sem a necessidade de ter a intermediação de um cartório, por exemplo.

Além disso, destacamos que a grande utilidade do ETH é levar o mundo das criptomoedas e dos contratos inteligentes a qualquer aplicação em que seja possível incluir essa tecnologia.

Capitalização e valorização

Hoje, o Ethereum tem um valor de mercado de mais ou menos 183 dólares, ou seja, é uma moeda com um valor mais em conta que o Bitcoin, por exemplo. Estão disponíveis no mercado cerca de 20 bilhões de unidades dessa criptomoeda.

Além disso, o ETH vem em um crescente movimento de valorização desde o ano de 2018, depois de um período de muitos altos e baixos.

3. Litecoin

Uma das principais criptomoedas que foram originadas por meio dos processos de fork (bifurcação) que ocorreram com o Bitcoin foi o Litecoin. A sua sigla comercial é LTC, e essa também é uma moeda que merece atenção.

Justamente por conta dessa bifurcação, há muitas semelhanças em relação ao BTC, mas também há algumas diferenças sobre as quais falaremos mais adiante.

Criação

O Litecoin foi criado em 2011, quando Charlie Lee, um ex-engenheiro do Google que já estudava o mundo das criptomoedas e as técnicas de criptografia há algum tempo, propôs mudanças para o Bitcoin que implementariam grandes melhorias. 

Depois de criar a sua própria moeda e enfrentar alguns desafios, ocorreu o processo de fork na rede do Bitcoin, dando origem ao LTC.

Objetivo

O Litecoin jamais foi criado para concorrer com o Bitcoin. A ideia da sua criação era de ser justamente a prata do mercado, ou seja, a segunda moeda mais forte. Além disso, apesar de o seu blockchain ser muito similar, há algumas diferenças se comparada ao BTC.

Uma delas é que as suas transações são bem mais rápidas, levando 4 vezes menos tempo para serem concluídas. Há também diferenças em relação ao algoritmo de mineração, além do número de produção de moedas, que é cerca de 4 vezes maior. 

Por esses motivos, o LTC tornou-se uma das moedas com maior volume de transações do mercado.

Capitalização e valorização

Hoje, o valor do LTC está em 58 dólares, sendo que o seu tamanho no mercado é de quase 4 bilhões de unidades, que é um número muito relevante se levarmos em consideração a sua data de criação.

Junto a isso, trazemos também o dado animador de que a sua valorização em 2019 foi uma das mais altas do mundo das criptomoedas: cerca de 350%. Apesar de ainda ter muito a crescer, esse é um desempenho muito relevante nesse mercado, o que atrai cada vez mais investidores.

4. Ripple

Continuando com a nossa lista das principais criptomoedas da atualidade, trazemos aqui uma das soluções mais peculiares que existem, o Ripple, cujo código de comercialização é a sigla XRP.

Para você ter uma ideia, toda essa peculiaridade que citamos está ligada ao fato de que o Ripple foi desenvolvido para processar pagamentos globais, ou seja, de transações que são feitas fora do mercado das criptomoedas.

O seu grande intuito é fornecer toda essa tecnologia e abordagem do mundo das criptomoedas para otimizar soluções antigas do mercado financeiro. Ou seja, o Ripple existe para levar toda a tecnologia das criptomoedas às instituições financeiras tradicionais.

Criação

O Ripple foi criado em 2012, inspirado no Bitcoin e no desafio de oferecer soluções rápidas e seguras às instituições financeiras já existentes. Hoje, cumpre muito bem esse papel, tendo como clientes alguns dos grandes players desse mercado.

Objetivo

O grande objetivo do XRP é aumentar a velocidade das transações que são feitas a nível global por essas instituições, o que ajuda a reduzir os seus custos. Para se ter uma ideia, cada transação também custa um valor simbólico, que é cerca de 0,00001 unidade de XRP.

Além disso, o seu número de transações por segundo é algo que impressiona: cerca de 1000 transações por segundo, o que ajuda os bancos e as operadoras de cartão de crédito a terem muito mais agilidade para o seu alto volume de pagamentos que são realizados diariamente.

Capitalização e valorização

Hoje, o valor do Ripple é de quase 30 centavos de dólar, sendo que a criptomoeda ocupa a quarta posição no mercado em relação à sua capitalização. Para se ter uma ideia, ele conta com mais de 13 bilhões de unidades.

A valorização do XRP nunca teve um comportamento constante, o número sempre oscilou, mas os últimos registros mostram que o seu valor de mercado vem crescendo. Inclusive, ocorreu uma grande alta no mês de setembro de 2019.

5. Stellar

Por fim, trazemos aqui mais informações sobre a Stellar, que tem como sigla de comercialização a expressão XLM e também é relativamente nova no mercado, trazendo uma proposta muito interessante. 

Especialistas dizem que essa é a moeda ideal para pessoas físicas, muito pela sua facilidade de utilização e pela velocidade das transações no dia a dia. Destacamos aqui que ela também utiliza contratos inteligentes e aplicativos descentralizados, algo que é muito atrativo para investidores.

Criação

A plataforma Stellar foi criada em 2014 por um dos criadores do Ripple, que resolveu entrar em uma nova empreitada após sua saída da operação do projeto antigo. 

Sem dúvida alguma, esse é um dos motivos que explicam as grandes semelhanças entre ambas as criptomoedas.

Objetivo

O grande objetivo da XLM é justamente ser uma plataforma de câmbio entre moedas, trazendo a proposta de simplificação do processo com a utilização da criptomoeda Stellar.

Com ela, é possível trocar diversas moedas do mundo todo de uma maneira fácil e rápida. Por exemplo, com a Stellar você pode cambiar dólares por Euro, ou então fazer a troca de moedas tradicionais com outras criptomoedas, entre outras possibilidades.

O propósito é que essa plataforma ajude na centralização do dinheiro, gerenciando essas trocas em um lugar só, ajudando o usuário a controlar melhor o seu dinheiro, reduzindo o trabalho de contabilidade.

Para os bancos e as instituições financeiras, é um ativo muito bom pois ajuda na operacionalização de todo esse processo. Além disso, a plataforma consegue unir a troca entre dinheiro físico e criptomoedas.

Capitalização e valorização

O valor da Stellar é bem baixo, valendo apenas alguns centavos de dólar. Porém, como a criptomoeda existe para facilitar o câmbio e as trocas de diversas unidades financeiras, o seu volume de mercado é bem alto, chegando a mais de 100 bilhões de unidades. Por fim, trazemos que o registro mais recente é o de um movimento de valorização da XLM.

Agora que você já sabe quais são as principais criptomoedas, já tem condições de começar a investir e entender melhor como funciona esse mercado. Nesse sentido, sugerimos que procure por uma plataforma de negociação para realizar suas transações de criptoativos.

A nossa sugestão é pesquisar por uma solução que ofereça segurança para investir o seu dinheiro, além de fornecer um grande leque de criptomoedas, como a Bolsa Cripto.

O que acha, então, de bater um papo conosco sobre o assunto? Entre em contato e fale com um de nossos especialistas no mercado de criptomoedas!

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