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Saiba os 4 sinais clássicos das pirâmides financeiras

Resumidamente, uma pirâmide financeira é um golpe que consiste em oferecer a investidores retornos irreais sobre seus investimentos. Os organizadores desse tipo de fraude utilizam os aportes de novos investidores para pagar os gordos retornos prometidos aos investidores mais antigos. No longo prazo, o que acontece é que as pessoas tentam sacar os valores aportados e seus supostos lucros, mas não conseguem, chegando muitas vezes a perder todo o capital investido. Por se tratar obviamente de um modelo não sustentável, quem acaba se beneficiando mesmo, no final, são apenas os organizadores desse tipo de golpe e alguns poucos investidores que conseguiram realizar seus lucros antes de o esquema ruir.

Veja abaixo os principais indícios de uma pirâmide financeira:

1. “Bom demais para ser verdade”: desconfie se os retornos prometidos forem exorbitantes. Isso vale tanto para criptoativos quanto para outras modalidades de investimento. A Bitconnect, por exemplo, prometia retornos de 40% ao mês!

2. Marketing multinível: apesar de diferentes países divergirem quanto à regulamentação da prática do marketing multinível, é importante frisar que há vários negócios legítimos que se utilizam de uma estrutura de rede de afiliados. No entanto, muitas vezes as exageradas recompensas financeiras oferecidas a membros de uma determinada rede que trouxerem novos participantes podem ser um forte indício de pirâmide.

3. Falta de transparência: no caso de uma criptomoeda, é comum que o seu criador submeta o código de programação para a verificação e análise de outros programadores, que podem sugerir melhorias. Eles geralmente publicam whitepapers (artigos) que explicam o seu funcionamento. Antes de investir em determinada criptomoeda, procure atentar-se a esses tipos de detalhes e à quantidade de informação disponível sobre ela.

4. Empecilhos para a negociação da moeda: criptomoedas genuínas geralmente permitem que seus tokens sejam negociados livre e abertamente em plataformas de terceiros, como corretoras (exchanges) de criptoativos, permitindo que a lei da oferta e da procura determine o seu valor de mercado. Desconfie se a negociação de determinado criptoativo só for permitida dentro de sua própria plataforma, como foi o caso da Bitconnect durante a maior parte do tempo.

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